Região do Viamão

Rio Manso - MG

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O GOVERNO SECRETO DO MUNDO E OS UFOS

 

Milton Willian Cooper

 

    Milton Willian Cooper é militar norte-americano especializado em  navegação,  com  a função de  mestre  quarteleiro.  Serviu  a diversos   organismos  de  inteligência  (espionagem)  dos   EUA, e especialmente  o  da Marinha ( U.S. NAVY ). Ocupou  posições  nos seguintes  navios  de guerra: USS TEMBIGBEC ( AOG-11  ),  durante manobras no Vietnam e no Oceano Pacífico: USS CHARLES BERRY ( DE- 1035  ), no Pacífico Sul USS ORISKANY ( CV A - 35 ). Alem  disso, ocupou  posições  no  Camp Carter ( Vietnam  ),  como  agente de informações  e  patrulhamento do Danang Harbor: e no  Comando  da Frota  Norte  Americana no Pacífico. Foi  dispensado  com honras militares  em dezembro de 75 . Seu último endereço  conhecido  é: 1311 S. Highland 205, Fullerton. Cal 92632 Estados Unidos.

Tradução  de  texto: Realizada  individualmente  por  Belkiss Pontes e Mônica Helena B.B. 

 

QUEM É MILTON COOPER ?

    Quem é  Milton  W.  Cooper  e  por  que  decidiu   expor-se publicamente,  através  da  liberação deste  texto  contendo tão estupendas  informações  sobre a presença de extraterrestres  em nosso planeta e a participação secreta de nossos governos? Para responder a esta pergunta, selecionamos, entre  todo  o material  recebido de Cooper, proveniente de inúmeras fontes que checaram seu  depoimento,  alguns trechos que esclarecem tais dúvidas.

            “Este   auto   contém   apenas   informações   absolutamente verdadeiras,  relativas  à  presença alienígena na  Terra  e  seu envolvimento  específico com o governo norte-americano,  e  estão descritas  exatamente como eu as vi. Nada nele provem  de  outras fontes.  Mas,  passar tais informações adiante foi  difícil:  foi necessário  publicar  um outro relatório, anterior a  este,  para despistar alguns  agentes governamentais, de  maneira  a  ganhar tempo  e  permitir que alguém dentro do campo  ufológico  pudesse confirmar minha identidade, meu trabalho, minha folha de serviços prestados,  meus  conhecimentos, etc. Na primeira  “release”  que liberei, existem alguns dados diferentes dos apresentados  neste texto.  Isso foi feito apenas para convencer as equipes MJ -12  e MAJ  1 que eu não represento perigo sozinho, pois  verifiquei  os fatos  arriscando  minha  vida, mas junto a  outras  pessoas  que também conhecem ( e podem divulgar ) tais revelações”.  

            “Desejo deixar claro que não me considero um herói. Creio que a  maioria das pessoas faria o mesmo se soubesse ou conhecesse  o que  eu conheci. Como militar, jurei que manteria e protegeria  a Constituição dos Estados Unidos da América, e levei a serio o meu juramento. O que estou fazendo agora, revelando tais informações, não  é  mais do que fiz quando lutei no Vietnam.  Assim, não  me furto de deixar um juramento explicito a respeito de minha pessoa e  das  informações  que transmito: “Eu  Milton  Willian Cooper, residente  em  Fullerton ( California ), juro solenemente  que  a informação  contida  neste auto é verdadeira e  está  correta no melhor de meu conhecimento. Juro que vi tal informação em 1972 no cumprimento do meu dever como um membro da “Equipe de Informações e  Inteligência”  do  Comando  da  Esquadra  Norte-Americana   no Pacifico, quando atuei como um oficial subalterno da Marinha  dos Estados Unidos.

    Nos anos que se seguiram a segunda Guerra Mundial, o  governo dos  Estados  Unidos se confrontou com uma serie de  eventos  que mudaria  definitivamente seu futuro - e, com isso, o  destino  da humanidade. Estes  fatos eram tão incríveis que desafiavam o  bom senso.

    Entre os episódios mais marcantes desta época, estava a  sucessão de  atos  e o comportamento do próprio presidente  Truman  e dos chefes  do  Comando Militar dos Estados  Unidos  que  atordoados, encontravam-se  virtualmente impotentes logo após terem ganho a mais  devastante e dispendiosa guerra da Historia, e  por  razões totalmente  adversas as situações da época, como mostrarei  neste artigo.  Foram os Estados Unidos que desenvolveram, usaram  e  se tornaram  a  única  nação  da  Terra  a  ter  a  bomba   atômica, instrumento  que,  sozinho,  tinha  o  potencial  para   destruir qualquer inimigo - e mesmo a própria Terra! Naquele tempo, os EUA tinham a maior economia do planeta, a mais avançada tecnologia, o mais  alto  padrão de vida, exerciam a maior influencia  que  uma nação  poderia ter sobre o resto do mundo e tinham as  maiores  e mais  poderosas forças militares de todos os tempos.  Entretanto, em meio  a  um  quadro assim  tão  favorável,  podemos  supor  a preocupação e a confusão surgida na alta cúpula do país, quando o Governo  descobriu  que uma nave  interplanetária,  pilotada  por seres  semelhantes  a  insetos  e  provenientes  de  uma  cultura totalmente  incompreensível  para os  padrões  terrestres,  havia caído no deserto do Novo México, ao sul dos EUA.

    As  ocorrências de acidentes com UFOS - ou sua derrubada  por forças  militares  terrestres  -é  um  assunto  controverso  mas inquietante, tamanhas as evidencias existentes. Entre janeiro  de 1947  e dezembro de 1952, pelo menos 16 naves alienígenas  caíram ou foram derrubadas em nosso planeta. Destes acidentes, 65 corpos de  seres  extraterrestres,  e  pelo  menos  um  ET  vivo,  foram recuperados  (alem  de uma nave alienígena  que  havia  explodido completamente, sendo que nada pode ser resgatado). De todos esses incidentes,  13  ocorreram dentro do  território  norte-americano (sem contar a nave que se desintegrou no ar), sendo 1 no Arizona, e 11 no  Novo  México, e 1 em Nevada.  Acidentes assim também aconteceram em outros países: 1 na Noruega e 2 no México.

    Alguns desses casos são assustadores, como veremos a seguir e durante este texto. Uma nave alienígena foi encontrada, em 13  de fevereiro  de 1948, num planalto perto de Aztec, no Novo  México.

    Outra  foi localizada em 25 de março do mesmo ano, na  região de Hart Canvon, bem perto de Aztec. Esta possuía cerca de 100 pés de diâmetro,  e um total de 17 corpos alienígenas foram recuperados nos dois acidentes. Igualmente importante foi a descoberta de  um recipiente  contendo  muitos órgãos de corpos  humanos,  reunidos dentro de ambas as naves. Naturalmente, a paranóia tomou conta de cada um dos integrantes das altas cúpulas do governo, que  tinham acesso  documentação, e o acobertamento do  episódio  tornou-se imediatamente um assunto classificado militarmente como “acima de ultra secreto” ( do termo oficial “Above top Secret ),  designado a assuntos  realmente sigilosos. A segurança sobre  um  assunto deste  gênero, especialmente dos casos de quedas  ainda  recentes era realmente mais intensa que a própria cautela imposta no  caso do  Projeto  Manhatan, que foi um dos projetos mais  secretos  do mundo e  que  levou à fabricação da  bomba  atômica.  Nos  anos seguintes, com a manutenção da política do sigilo, esses  eventos tornariam-se o segredo mais bem guardado da Historia.

    Em  dezembro  de 1947, no meio de toda a  agitação  um  grupo especial,   composto  pelos  maiores  cientistas  dos  EUA, foi organizado  com  o nome de “Projeto Sign” (sinal), com  a função exclusiva de estudar o fenômeno.

    Todo  o  conjunto  de atividades deste  projeto  foi  mantido dentro  do maior sigilo e, dentro de pouco tempo,  expandiu-se  e recebeu  outro  nome : “ Projeto  Grudge” ressentimento).  Tais alterações se deram em dezembro de 1948. Logo após isso, um  novo projeto   de  desinformação (acobertamento  e  mistificação   de informações), dedicado basicamente à uma coleta de baixo nível de informações, foi formado em conformidade com o Grudge. Este seria o mais conhecido de todos os projetos norte americanos no setor : o “Projeto  Blue Book” (livro azul). Cerca de 16  relatórios  de atividades  foram  emitidos  pelo  projeto  Grudge,  inclusive  o controverso Grudge 13, que eu e o pesquisador Bill English vimos, lemos  e revelamos ao publico. Foram formadas equipes  especiais, designadas  de “Blue Teams” (equipes azuis), que tinham a  função de  recuperar os discos voadores acidentados e  seus  tripulantes alienígenas,  vivos ou mortos. Os Blue Teams foram  mais  tarde,expandidos para Alpha Teams, sob o novo e secreto “Projeto Pouce” (agarrar).

    Nos anos seguintes, a Força Aérea Norte-Americana (USAF) e  a Agencia Central de Inteligência (CIA) exerceram completo controle sobre  todo  o assunto dos alienígenas. Na realidade, a  CIA  foi formada  por  uma  ordem executiva presidencial,  primeiramente  como uma central de informações com  o  propósito expresso  e  exclusivo  de lidar com  a  novíssima  situação  da presença  alienígena no planeta. Mais tarde, com  estabelecimento do  Ato  de Segurança Nacional, esta  central  transformou-se  na poderosa  Agencia  Central de  Inteligência  -  a  CIA  como a conhecemos  (?)  hoje.  Identicamente, o  Conselho  de Segurança Nacional  (NSA) foi instituído para inspecionar a comunidade  de informações  recém estabelecida e, especialmente,  as  atividades sobre a questão alienígena.

    Logo uma series de memorandos do Conselho de Segurança Nacional e de ordens executivas (presidenciais) alteraram as atividades da CIA,   removendo-a   do  dever  de  apenas reunir   informações estrangeiras e legalizando sua atuação mais direta em  atividades domesticas  e  internacionais (espionagem). Em 9 de  dezembro  de 1947, o presidente Truman aprovou a emissão do documento NSC-4 (a sigla vem de “National Security Concil”, ou Conselho Nacional  de segurança), intitulado “Normas de Coordenação de Informação sobre Inteligência   Estrangeira”,   conforme   exigência dos então secretários  de  Estado  Marshall. Forrestal  e  Patterson  e  do diretor  do Departamento de Estado de Política e de  Planejamento de Pessoal, Kennan.

    No relatório Inteligência Militar Estrangeira em sua parte  1 denominada  “Relatório Final do Comitê Superior para  estudos  de Operações Governamentais Relativas as Atividades de Inteligência.” Publicado pelo Senado dos Estados Unidos (94 congresso, 2 sessão, Relatório n.94-755, de 26 de abril de 1976), declara na pagina 49: Esta  norma diretiva autoriza o secretario do Estado a  coordenar atividades  de  informações estrangeira  contra  o  comunismo”.Um documento anexo ao texto NSC -4, classificado como “Top Secret” e designado NSC-4A, instruiu o diretor da CIA para se encarregar de atividades  psicológicas  camufladas,  a  serem  praticadas  pelo órgão, afim de atingir os objetivos determinados no documento NSC -4.  A  autoridade inicial dada à CIA para  o  acobertamento  das operações sob NSC-4A não estabeleceu, no entanto, quais seriam os procedimentos formais para coordenar ou para aprovar qualquer uma destas operações. Simplesmente, o documento ordenava o diretor da CIA,  nas próprias palavras do texto, “a se encarregar das ações de   acobertamento  e  assegurar,  através  de  ligações  com   o Departamentos de Estado e da Defesa, que as operações resultantes fossem compatíveis com a Política Americana”.

    Mais tarde, novos documentos emitidos pelo mesmo Órgão, desta vez  denominados  NSC-10/1 e NSC-10/2, substituíram  os  NSC-4  e NSC-4A,   expandindo   bastante  a  autonomia   (da   CIA)   para acobertamento  de informações sobre assuntos vitais  e  segurança dos EUA: na mesma linha de atuação, o Departamento de Coordenação Política  (OPC),  do  governo, foi contratado  para  executar  um programa extenso de atividades secretas. Os documentos normativos NSC  10/1  e  NSC 10/2 chegaram a  legalizar  varias  praticas  e procedimentos  visivelmente  ilegais ou extra legais,  por  serem adequados  ao esquema de nacional de segurança dos EUA. A  reação foi   imediata:  aos  olhos  da  comunidade  norte-americana   de informações, “nenhuma porta estaria trancada”. Sob jurisdição  do NSC-10/1,  um novo grupo de coordenação executiva foi  instituído para revisar, mas não aprovar, projetos secretos. Este grupo  foi reunido   para  organizar  os  projetos  no  campo  da   pesquisa alienígena.  Os  documentos citados  foram  interpretados,  pelos funcionários  envolvidos nos diversos projetos secretos  como  um aviso  de que ninguém na chefia iria querer saber qualquer  coisa sobre o assunto até que as operações terminassem - e com êxito!

    Essas  atitudes  faziam  com  que  se  formasse  um   “escudo invisível” entre o presidente dos EUA e as informações sigilosas. E pretendia-se,  com isso, que o presidente em  apuros,  tivesse como  negar  conhecimentos  que por  ventura  vazassem  e  fossem divulgados  à imprensa, sobre a verdadeira situação dos  assuntos reservados  -  em  especial  sobre  o  fenômeno  UFO.  Em  outras palavras,  esse  escudo  foi usado, durante vários  anos,  com  o propósito  efetivo  de  isolar  os presidentes  dos  EUA  e  seus sucessores  de qualquer conhecimento sobre as atividades do  país no  que  diz respeito a assuntos de segurança e, em  especial,  a presença  de alienígenas. O NSC-10/2 instituiu um outro grupo  de estudos,   que  se  reunia  secretamente  e  era  formado   pelos cientistas mais destacados da época.

    Este  grupo  de estudo não é o famoso “Projeto MJ-12”  (MJ abreviatura  de “Majestic”). Foi outro memorando  secreto,  desta vez  o NSC-10/5, que esboçou as funções deste grupo e  serviu  de base  para  a criação do próprio MJ-12, mas somente 4  anos  mais tarde.

    O então  secretario  de Defesa, James  Forrestal,  chegou  a opor-se  ao  estado de segredo vigente. Ele era  um  homem  muito idealista  e religioso, que acreditava que o publico deveria  ser informado sobre tudo. Mas, quando começou a falar aos lideres  do partido de oposição, e aos lideres do Congresso sobre o  problema dos  alienígenas,  e os projetos secretos  de  tratamento  destes Seres,  o próprio presidente Truman interviu e “convidou-o” a  se demitir.  Isso  foi  interpretado por àqueles  que  ignoravam  o assunto sobre o qual o sigilo agia, como paranóia de Truman. Para completar,  mais tarde, Forrestal admitiu ter sofrido um  colapso mental  e afirmou  ter  sido  internado  no  Hospital  Naval  de Bethesda.  De  fato,  temeu-se que Forrestal  começasse  a  falar novamente, apesar dos “conselhos” de Truman, e  concluiu-se  que ele  teria  que ser isolado e colocado em descredito  publico.  O segredo  deveria ser mantido a todo o custo, e os  agentes  desta política   suja   não  economizavam  esforços,  nem   mesmo   com autoridades.  Na manhã  de 22 de maio  de  1949,  por   exemplo, agentes da  CIA  amarraram  um  lençol  em  torno  do  pescoço  de Forrestal, prendendo a outra parte na mobília de seu quarto, e  o atiraram  pela  janela. O lençol retesou-se violentamente  e  ele mergulhou  para a morte. Forrestal se tornou  um  dos  primeiros sacrificados pela política do sigilo e acobertamento dos  Estados Unidos.

     O único  alienígena  que  foi  capturado  vivo  no  acidente Roswell, em 1949, passou a ser conhecido como EBE, abreviatura de “Entidade   Biológica  Extraterrestre  (Extratestrial   Biological Entity”),  conforme  sugestão do Dr. Vannevar  Busch,  autoridade cientifica  de  grande expressão na época. A criatura  tinha  uma tendência  psicológica (se é que se pode usar esse termo) para  a mentira  e, durante cerca de um ano, deu apenas as respostas  que desejou,  falsas,  às  autoridades que  o  questionaram.  Se  ele considerava   que   as   perguntas   feitas   teriam    respostas desagradáveis   para  os  investigadores,  simplesmente  não   as respondia.  Já no segundo ano de cativeiro, a criatura  passou  a falar mais abertamente e chegou a responder na integra  perguntas feitas pelos agentes governamentais - e algumas das coisas  ditas por EBE eram simplesmente estonteantes! Uma coleção de revelações feitas  por  ele foi a base do que, mais tarde seria  chamado  de “Yellow Book”. Chegaram a ser tiradas fotos da criatura e,  entre outros pesquisadores, eu e Bill English pudemos vê-las, anos mais tarde, no relatório ultra-secreto Grudge 13.

    Em  1951, EBE ficou doente e toda a equipe  medica  destacada para cuidar de sua saúde simplesmente não conseguiu determinar  a causa  da  doença,  pois não tinham nada  semelhante  em  que  se basear. O sistema orgânico de EBE era baseado de alguma forma em clone  e  ele processava alimentos transformando-os  em  energia. Como  as  plantas  o fazem - inclusive no caso  das  secreções  o funcionamento  de  seu organismo era como os vegetais.  Assim,  a equipe  governamental  destacada para o caso  sugeriu  que  fosse trazido um “expert” em botânica para tentar auxiliar o  trabalho.
O Dr. Guilhermo Mendonza, autoridade no assunto, foi o  escolhido e  tentou  ajudar EBE a se recuperar até meados de  1952,  quando morreu.  Esse  botânico tornou-se um  especialista  em  “Biologia Alienígena” (provavelmente trabalhando para o governo).

 

    Antes de morrer, no entanto, um esforço já inútil para salvar a  criatura foi realizado. Os EUA esperavam, com isso,  conseguir algum favor  ou beneficio em troca, junto à civilização  de  EBE (provavelmente  uma  raça superior), e começaram a  irradiar  uma espécie  de emissão radiofônica de pedido de ajuda ao  ser;  isso ocorreu  durante o ano de 1952. A emissão foi dirigida às  vastas regiões  do espaço,  mas nunca houve resposta.  Mesmo  assim,  o projeto continuou por mais algum tempo, como demonstração de  boa fé.  Em 4 de novembro de 1952, o presidente Truman criou a  super secreta Agencia de Segurança Nacional (NSA), através de uma ordem executiva  também secreta. Seu propósito inicial era  decifrar  a linguagem e as comunicações alienígenas e estabelecer contato com estas raças, criando-se um dialogo. A tarefa mais urgente era dar continuidade  aos esforços que se encontravam mais adiantados  no setor, obtidos através do “Projeto Sigma” (termo em código).

 

    O propósito  secundário  da  NSA  era  monitorar  todas   as comunicações  e  emissões  de  cada  um  dos  inúmeros   projetos semelhantes  aos dos americanos. Espalhados pelo mundo inteiro  e dedicados à contactação com extraterrestres via radio. O objetivo da NSA era reunir informações, tanto humanas quanto  alienígenas, para  reprimir a divulgação do segredo das visitas e da  presença alienígena  na Terra. Em tudo que tentou, o trabalho da  agencia, através do Projeto Sigma, foi um sucesso. O NSA chegou até manter e ainda sustenta até hoje, comunicação com uma base  secreta  na Lua.

    Designada  “Luna”, alem de outros programas  espaciais  norte americanos, evidentemente secretos. Caso fosse preciso,  criavam-se as  condições para a atuação do órgão, através de  uma  outra ordem   executiva  (presidencial),  por  exemplo,  criou-se   uma situação  de  privilegio  para  a NSA: o órgão  é  isento  de  se submeter   à  todas  e  quaisquer  leis  que   não   especifiquem explicitamente  em  seu texto, citando-o diretamente  como  sendo assunto  ou estando sujeito àquela lei. Isso significa que, se  a Agencia  não está contida nominalmente no texto de  qualquer  lei que passe pelo Congresso, ela não pode estar sujeita à sua ação.

    Esse é um estratagema legal de grande privilegio para a  NSA, que agora executa muitos outros deveres alem das suas  obrigações originais.

    Hoje,  a  NSA  recebe  75% de toda a  verba  alocada  para  a comunidade  norte  americana  de informações, o  que  atesta  sua importância.  Como diz o velho ditado, “Onde o dinheiro  está,  o poder está junto.”

    A  tarefa  primaria da NSA, ainda hoje, é a  comunicação  com raças superiores alienígenas, mas suas atribuições incluem outros projetos no campo extraterrestre.

    Presidente Truman, antes de deixar o cargo, já no auge  da “Histeria  Ufológica”,  estava  mantendo os  países  aliados  aos Estados Unidos,  e até mesmo a  União  Soviética  constantemente informados  sobre  a  evolução dos problemas  alienígenas  desde  o resgate da  nave  e  os ETs  de  Roswell,  incluindo  EBE.  Essa estratégia  foi  usada habilmente, pelo governo dos EUA,  para  o caso (possibilidade de os alieneis passarem a ser uma ameaça a raça  humana, o que requisitaria a unidade de todo  o  planeta.). Assim,  as autoridades (dos diversos países) chegaram a  formular planos  para  defender a Terra no caso de uma invasão,  mas  eram grandes  os problemas  dos governos envolvidos,  no  sentido  de manterem o segredo em seus próprios países. Foi decidido que  uma comissão neutra seria necessária para coordenar e  controlar  os esforços  internacionais  no  assunto  e,  principalmente,   para esconde-lo  da hierarquia e dos sistemas  normais  dos  diversos governos que a comporiam e da imprensa nestes países.

       O resultado  encontrado  para se burlar a  população  foi  a formação  de  uma  sociedade  secreta,  que  foi  conhecida  como “Bilderburges”.  O  quartel  general deste  grupo  situava-se  em Genebra,  na  Suíça, e expandiu-se até tornar-se uma  espécie  de “Governo  Secreto”, paralelo aos governos e a nível mundial.  Uma sociedade que hoje controla tudo. As Nações Unidas (ONU),  dentro desta ótica, são uma brincadeira.

    Em  1953, um novo presidente passou a ocupar a  Casa  Branca.    Era   um  homem  acostumado  com  uma   organização estruturada hierarquizada e com uma cadeia de comando. Seu método era delegar autoridade e normalizar trabalhos através de comissões. Era  este presidente  que tomava a decisão final, mas somente  quando  seus conselheiros  eram incapazes de chegar a um consenso. Seu  método normal  de  trabalho era ler ou ouvir  muitas  alternativas  para determinado  problema, e só então aprovar soluções.  Aqueles  que trabalharam  junto a ele declararam que seu  comentário  favorito era:  “Apenas faça tudo o que for necessário”. Este homem  foi  o General  Dwight Eisenhower, um homem com carreira no  Exercito  e com a ultima posição de comandante supremo dos aliados durante  a Segunda Guerra, um posto de cinco estrelas. Durante seu  primeiro ano  no  cargo,  em  1953, no  mínimo  mais 10 discos  voadores acidentados ou derrubados foram recuperados pelo governo, com  um total de 26 extraterrestres mortos e 4 vivos. Destas 10 quedas, 4 ocorreram no Arizona, 2 no Texas, 1 no Novo México, 1 em Lousiana (  algumas frases estão impossíveis de se ler portanto terei  que saltar algumas linhas - Gilberto ).

    Assim, em 1953, o novo presidente voltou-se para seu amigo  e companheiro,  membro do Conselho de Relações Estrangeiras  Nelson Rockfeller, para pedir que o ajudasse no problema.

(Gostaria  de  acrescentar aqui neste parênteses,  uma  carta feita  de  próprio  punho  do  então  presidente  Trumam,  eu   a transcreverei em inglês.)

 

THE WHITE HOUSE

WASHINGTON , September 24, 1947

 

MEMORANDUM FOR THE SECRETARY OF DEFENSE

Dear Secretary Forrestal,

 

     As per our recent conversation on this matter, you  are hereby authorized to proceed whith all due speed and caution upon your undertaking. Hereafter this matter shall be referred to only as Operation Majestic Twelve.It   continues  to  be  my  feeling  that  any  future considerations  relative  to  the ultimate  disposition  of  this matter  should  rest  solely with the  Office  of  The  President following appropriate discussions with yourself, Dr. Bush and the Director of Central Intelligence.

Assinado Presidente Henry Trumam

 

    Prova  incontestável  o próprio presidente  Trumam  promove  a criação da Operação MJ-12 Os   dois  começaram  planejando  a estrutura   secreta   da organização cuja missão seria  a de supervisionar os alienígenas, o que se tornou realidade em um ano. Foi neste clima que a  idéia para a criação “MJ-12” nasceu.

    Foi  o  tio de Rockfeller, o  influente  industrial  Winthrop Aldrich,   quem   convencera  Eisenhower  a   se   candidatar   a presidência.  Toda  a  família Rockfeller, e com  ela  o  império Rockfeller apoiou-o totalmente. Mas, ao pedir ajuda a  Rockfeller para o problema, Eisenwoher cometeu seu maior erro, o que viria a ser fatal para o futuro dos Estados Unidos e, provavelmente, para toda  a humanidade. Uma semana após a eleição  para  presidente, Eisenhower apontou Rockfeller como diretor do Conselho Consultivo Presidencial, com a responsabilidade de planejar a  reorganização do governo.

    Em 1953, os astrônomos descobriram objetos enormes no espaço, movendo-se   em  direção  à  Terra.  Primeiramente,   acreditaram tratar-se de asteróides mas, mais tarde, as evidencias  mostraram que  os objetos só poderiam ser naves espaciais. O projeto  Sigma foi colocado  em  ação  e  interceptou   algumas   comunicações alienígenas  pelo  radio. Quando os objetos alcançaram  a  Terra, colocaram-se  numa orbita muito alta, em torno do Equador.  Entre estes  objetos  desconhecidos haviam varias naves  enormes,  cuja intenção era totalmente ignorada.

    Projeto Sigma, junto a outro programa  secreto,  conhecido como  “Projeto Plato”, através de comunicação via rádio e  usando linguagem binaria emitida por computador, foi capaz de  conseguir um desembarque amistoso destes seres. Isso resultou num  primeiro contato  face a face e oficial com criaturas de outro planeta.  O Projeto   Plato   estava  incumbido   de   estabelecer   relações diplomáticas com essa raça de alienígenas.

    Nesse  meio  tempo,  outros  alienígenas,  de  uma  raça   de aparência bem semelhante à humana, contatou o governo dos Estados Unidos  espontaneamente.  Esse grupo de Aliens alertou  a  cúpula governamental  ligada ao problema extraterrestre contra os  seres que estavam orbitando o Equador em grandes naves, e ofereceu  sua ajuda para o nosso desenvolvimento espiritual. Mas, sua principal condição  para o inicio deste intercâmbio foi na  realidade,  uma exigência: a de que desmontássemos e destruíssemos nosso  arsenal nuclear.

    Esses    seres   negaram   fornecer    tecnologia    (somente desenvolvimento   espiritual  foi  oferecido)   aos americanos, mencionando   que  eram  intelectualmente  incapazes   de   lidar (pacificamente) com a informação tecnológica que passariam a ter, a que eles possuíam. Acreditavam, também, que os extraterrestres (e não só os EUA) usariam esta nova tecnologia para destruírem-se mutuamente.

    Essa  raça  explicou, ainda, que já estávamos  a  caminho  de nossa própria destruição e que deveríamos parar de nos matar,  de poluir a Terra e de violar os recursos naturais de nosso planeta; disseram também que era tempo de aprendermos a viver em harmonia. Mas,  os  termos usados pelos ETs nesse contato  foram  recebidos pelos   agentes  governamentais  (NOSSOS   REPRESENTANTES nesse encontro)  em meio à suspeitas profundas, em especial na  questão do  desarmamento nuclear - o que, se ocorresse, nos  deixaria em terrível  situação  de  inferioridade ante  à  qualquer  eventual agressão  que viéssemos a sofrer. E pareceu-lhes obvio um  ataque alienígena.  O  desarmamento nuclear não foi considerado  ser  do interesse dos EUA e o tratado foi portanto rejeitado.

 

    Mais tarde em 1954, a raça que tinha permanecido em orbita da Terra  - cujo seres tinham um nariz grande e apresentavam cor  de pele  acinzentada - aterrizaram para um primeiro contato  oficial na  Base Aérea  de Holloman da USAF, e firmaram um acordo  básico com  os representantes governamentais. Essa  raça  identificou-se como  sendo  originaria  de um planeta situado ao  redor  de  uma estrela  vermelha  da constelação de Órion, chamada  por  nós  de Betelgeuse.  Explicaram  aos interlocutores  terrestres  que  seu planeta  estava  morrendo e que, num futuro  desconhecido,  seria impossível sobreviver lá. Essa declaração levou a ser marcada uma segunda  aterrissagem  de  suas naves, desta  na  Base  Aérea  de Edwards USAF.

    Já   esse   pouso  histórico  foi  planejado   com   bastante antecedência,  sendo  que foram combinados todos os  detalhes  do acordo  que seria firmado entre os EUA e os extraterrestres,  com muito  cuidado.  Eisenhower conseguiu um pretexto para  estar  em Palm  Springs,  próximo  a Edwards,  no  dia  previsto.  “Estaria repousando  num  feriado”, afirmou para efeito de  desinformar  à imprensa  e  despistar  curiosos.  Mas, no  dia  marcado  para  a aterrissagem,  o  presidente  simplesmente  desapareceu  de  Palm Springs. Sua equipe disse à imprensa que tinha ido ao dentista...

    Mas, na verdade, o presidente foi ao encontro com os alienígenas, com quem assinou um acordo formal entre os EUA e esta civilização extraterrestre.  Assim  como parte do acordo, os  Estados  Unidos então  receberam  seu  primeiro  “diplomata” extraterrestre, um embaixador alienígena do espaço exterior, de Betelgeuse. O nome e titulo  deste  diplomata  eram  “Sua  Alteza  Onipotente,   Krll (pronuncia-se  Krill).  Na velha tradição  americana  de  abreviar títulos reais, o ET foi chamado de “Hospede Krill”.

    Alguns  dos fatos mais interessantes deste intercâmbio -  que nunca  foi  revelado  -  diz  respeito  à  bandeira   alienígena, conhecida como a “Insígnia Trilateral” e exposta em suas naves. O mesmo  desenho é usado em seus uniformes. Outro detalhe  sobre  a veracidade  deste  acordo é que, embora não  admitam,  ambas  as aterrissagens e o segundo encontro, este diretamente com o  então presidente dos EUA, foram filmados, e o filme existe até hoje. Os termos  do acordo eram claros e bilaterais. Alguns de seus  itens determinavam  as  condições  segundo as  quais  passariam  a  se comportar  ETs em nosso planeta. E, por outro lado,  estabeleciam qual  seria nossa relação para com eles. Foi determinado  que  os seres  extraterrestres  não deveriam interferir em nossa  vida  e costumes, assim como nós não interferiríamos em sua vida  também.

    Alem  disso comprometemo-nos a manter em segredo sua  presença  e suas  visitas  a nosso planeta. Em troca,  eles  nos forneceriam tecnologia   avançada   e   nos  ajudariam   em   nosso   próprio desenvolvimento tecnológico. Alem disso, comprometeram-se  também a manter este acordo exclusivamente com os Estados Unidos - e com nenhuma outra nação da Terra.

    Em troca desta “exclusividade”, foi-lhes permitido em  acordo escrito, que continuassem a raptar humanos - como vinham  fazendo - mas em bases limitadas e com o propósito de realizarem  exames médicos  e  científicos  para  monitorar  nosso   desenvolvimento psicofisiologico.  Naturalmente, os EUA exigiram que  os  humanos seqüestrados  (abduzidos),  não  fossem  feridos  e  que   fossem devolvidos   ao   próprio   local  do   rapto.   Os   alienígenas providenciariam para que não se lembrassem destes seqüestros.

    Outra exigência norte-americana foi de que a nação alienígena atuando  na  Terra  forneceria regulamente à  equipe  do  MJ-12, segundo  cronograma pré-definido, a relação de todos  os  humanos contactados e raptados por eles. Foi também estipulado, no acordo em  que bases seriam feitas as trocas e  nomeações  diplomáticas.

    Sobre  este  aspecto, ficou combinado que cada  parte  no  acordo receberia um embaixador da outra parte, durante o tempo em que o tratado  estivesse vigente. Alem disso foi acertado que  ambas  as partes  enviariam  16 pessoas cada para viverem na outra,  com  o propósito de aprenderem tudo um sobre o outro. Os 16 “convidados” alienígenas  continuariam  na  Terra, onde  na  realidade  já  se encontravam, e os 16 humanos “escolhidos” viajariam ao planeta de origem  dos seres, onde permaneceriam por um tempo especifico  e, então  retornariam  à Terra e seriam “trocados” pelos  seres  que tinham ficado aqui.

    O acordo tratou também da questão das instalações  e  espaço físico  que  utilizariam os ETs em nosso planeta.  Neste  aspecto determinou-se que seriam construídas bases subterrâneas para  uso dos alienígenas e 2 bases especificamente para o uso conjunto das duas  partes  ETs e EUA. Seriam feitas nessas bases  coletivas  o intercâmbio de   tecnologia   entre   as   partes.   As   bases exclusivamente  alienígenas  seriam construídas em  Nevada,  numa área  de  reserva  indígenas no estado  de  Utah,  Colorado  Novo México,  e conhecida como S-4, a aproximadamente sete  milhas  ao sul  da fronteira de outra área especial chamada de área  5i,  ou “dreaminland  (terra  de sonho). Todas as áreas de  ocupação  dos seres estão sob completo controle do Departamento Naval dos EUA e o  pessoal que trabalha nesses complexos recebe  seus  pagamentos diretamente  da  Marinha.  As  construções  das  bases começaram imediatamente após o acordo, mas o progresso foi lento até  1957, quando  um  enorme  montante  de dinheiro  para  o  trabalho  foi liberado.  O  trabalho  continuou sob os  auspícios  do  programa Yellow Book, já descrito.

    Um  outro  programa  foi  criado  nesta  época,  o   “Projeto Redligth” (luz vermelha), destacado para realizar experiências  e provas com  naves  alienígenas  em  vôo.  O   projeto   começou intensamente.   Uma   das  bases  foi  construídas  em   meio   à determinação de “super top secret”, na região de Groom Lake,  em Nevada,  e  bem no centro de uma área de testes de  armamento,  O nome  de código dessa área era “dreamiland”.  A  instalação  foi colocada  sob a Hierarquia do Departamento da Marinha. Para  esta área, a autorização de trabalho de todo o pessoal requeria status “Q”, alem da aprovação executiva presidencial dos Estados Unidos.

    No  entanto, e irônico que o próprio presidente dos  EUA  não tenha  o  tal status “Q” e não tenha autorização para  visitar  o local. A base  alienígena e a troca  de  tecnologia  atualmente ocorrem no lugar conhecido como S-4 que recebeu o nome código  de “O lado oculto da Lua” (The Dark Side of de Moon). O exercito dos Estados  Unidos  teve a tarefa de formar  uma  organização  super secreta para treinar e fornecer o pessoal de segurança para todos os projetos (bases) alienígenas.

    Essa    organização   foi   chamada   de   “Organização    de Reconhecimento  Nacional”  (NRO), e é baseada em Fort  Carson  no Colorado.  As equipes encarregadas da segurança do  projeto  eram chamadas de “Delta”.

    Um  segundo projeto designado de “Projeto Snowbird”  (Pássaro da  Neve), foi formado com a tarefa exclusiva de dar  explicações e satisfação  (  à população ou à imprensa )  de  cada  eventual avistamento  que  fosse feito por populares, das  naves  testadas pelo Projeto Redlight. Tais explicações seriam dadas como se  os “estranhos  objetos” observados fossem experimentos e  testes  da Força Aérea. O projeto Snowbird construía e usava  naves  feitas com tecnologia convencional, que voavam exclusivamente para shows à imprensa. Esse projeto era também usado para explicar,  através da  desinformação,  alguns verdadeiros avistamentos  públicos  de naves alienígenas. E teve muito sucesso : com o publico em geral, mas  muitos  físicos e engenheiros não  ficaram  convencidos  das informações  que  eram  fornecidas, e  aqueles  que  começaram  a levantar hipóteses, foram dados como desaparecidos.

    Milhões de dólares eram usados neste projeto e iam parar  nas mãos  do  grupo MJ-12 quando então eram usados na  construção  de bases  alienígenas  super secretas, assim como  as  também  super secretas  instalações  tratadas  pelo  código  de  “DUMB”   (Deep Underground  Military  Bases),  ou  bases  militares  de   grande profundidade.  O  dinheiro também  foi usado para  construção  de instalações  menos importantes como as declaradas  pelo  programa “Alternativa 2” ( o presidente Johnson chegou a usar verba  desse fundo para construir um cinema e para pavimentar a estrada de sua fazenda.   Ele  não  tinha  a  menor  idéia  de  seu   verdadeiro propósito.)

    As  bases  são  literalmente buracos  no  solo,  profundos  o bastante para suportar uma explosão nuclear, e são equipadas  com o que  há de mais avançado em aparelhagem  de  telecomunicações. Alem  das  75 bases distribuídas pelos projetos  usando  dinheiro  do fundo destinado à Comissão de Energia  Atômica  dos EUA.  A  localização  e  tudo o que se  relacione  as  bases  são consideradas e tratadas como assunto ultra secreto.

    Grande  parte do dinheiro arrecadado no fundo foi  transferido para um lugar na Florida, chamado de Ilha Peanut, que pertence  à Guarda Costeira. Esta ilha é próxima da propriedade que  pertenceu a Joseph Kennedy. O dinheiro transferido era destinado, segundo a versão  oficial  para  obras de  paisagismo  e  embelezamento  da região. Há alguns anos, um documentário de tv sobre o assassinato de  Kennedy  denunciou que um oficial da Guarda  Costeira  levava dinheiro  dentro  de uma pasta executiva, para um  empregado  dos Kennedy. Esta transferencia ocorria nos limites da propriedade da família  e suspeitou-se que tal dinheiro estava servindo  como  um pagamento secreto à família Kennedy pela perda de seu filho  John F. Kennedy. As transferencias de dinheiro continuaram até 1967  e o total da quantia transferida é desconhecido, assim como o  seu uso.

    Nesse  meio tempo, Nelson Rockfeller mudou de posição  dentro do governo, passando à antiga posição de C.D. Jackson, que  havia sido  chamado  para  ser  o  assistente  especial  do  Comitê  de Estratégia Psicológica.

    Nelson recebeu o titulo de assistente especial para o  Comitê de Estratégia da “Guerra Fria”. Essa posição foi a mesma ocupada, anos mais tarde, por Henry Kissinger, junto ao presidente Nixon.

    Oficialmente Rockfeller prestava aconselhamento e assistência ao  desenvolvimento do entendimento e cooperação entre  todos  os povos, segundo documento da época.

    Em 1955, os alienígenas decepcionaram Eisenhower e  quebraram acordo firmado anos antes. Corpos humanos mutilados  por  tais seres  foram  encontrados junto a animais, também  mutilados,  em todos  os  cantos  dos  Estados  Unidos.  A  partir  deste  fato, suspeitou-se que os seres não cumpriam a sua parte no “contrato”, escondendo as listas de suas vitimas, ou apresentando-as ao MJ-12 incompletas - alem  de que estas continham relação de humanos que não  eram  devolvidos. Neste caso, passou-se a  suspeitar  que  a União Soviética estivesse em contato e tramando alguma coisa  com os  seres.  Lamentavelmente,  isso foi provado  ser  verdade.  Os agentes  do MJ-12 descobriram um lado oculto da atuação dos  ETs: ficaram sabendo que os seres estavam então manipulando populações inteiras  através  de sociedades  secretas,  feitiçaria,  mágica, ocultismo  e  de  movimentos religiosos. Foi  a  partir  daí  que iniciou-se  um  confronto  pesado  entre  as  partes  do  acordo, evidentemente  já sem validade. Muitas foram as ações de  combate aéreo  realizadas com jatos da Força Aérea (USAF),  contra  naves alienígenas  -  alguns desses casos são clássicos  da  literatura ufológica.  Mas, logo ficou claro que nossas armas não  competiam com as dos seres.

    Em  novembro  de  1955, foi criado pelo MJ-12  um  comitê  de estudos  para explorar todos os fatores envolvidos na  criação  e implementação de diplomacia estrangeira na era nuclear, segundo o seu texto. Esse era mais um pretexto para se ocultar do publico o assunto  real que era tratado em suas reuniões,  secretamente;  a questão  alienígena.  Os  primeiros encontros do grupo  -  de  35 integrantes  que  lidaria  com  o  fato  do  rompimento  com   os extraterrestres,  aconteceram  logo  em  1954  e  foram  chamados “reuniões  de  Quântico”, por terem acontecido na Base  Naval  de Quântico,  na  Virgínia.  O Dr. Edward  Teller  foi  convidado  a participar  e Dr. Zbigneiw Brezezinski foi o diretor dos  estudos nos primeiros 18 meses. Para outro período de 18 meses, a  contar em  novembro  de 1955, foi escolhido o Dr. Henry  Kissinger  para dirigir  os  estudos, durante os quais Nelson Rockfeller  era  um visitante constante.

    O grupo  de  estudo foi encerrado publicamente  em  1956,  e pessoalmente por Henry Kissinger, que publicou os resultados  dos esforços como sendo..”de pesquisas na área de armas nucleares”  - o que justificaria tudo para a imprensa. Mas, é claro que o grupo continuou suas atividades, disfarçado e em segredo. A importância do trabalho desta comissão pode ser medida pelo comportamento  de Kissinger,  através  de declarações de sua mulher  e  de  amigos. Muitos deles disseram que Kissinger deixava sua casa muito  cedo, todos os dias, e que so retornava muito tarde da noite sem  falar com ninguém. Essas declarações são muito reveladoras, pois o  que a comissão descobriu sobre a presença dos seres extraterrestres e suas  ações  na  Terra  foi um  enorme  choque.  Kissinger  tinha definitivamente perdido sua conhecida compostura durante o  tempo em  que  se envolveu nesses encontros, ao ponto de ter  pedido  o divorcio para sua mulher.

    O principal resultado do estudo da comissão foi que o publico não deveria ser informado sobre o assunto. O grupo acreditava que isso certamente  levaria  a  um  colapso  econômico,   político, cientifico  e  religioso  -  e ate  poderia  levar  a  um  pânico nacional, o que  se transformaria em anarquia. O segredo sobre os ETs e todos os acordos e contratos firmados entre eles e os  EUA, continuou.

    Mas,  outro grande problema, e talvez o maior de  todos,  era que  os  extraterrestres estavam usando humanos  e  animais  para obterem   informações  sobre  secreções   glandulares,   enzimas, secreções hormonais, sangue, ect., e estavam realizando horríveis experiências genéticas. Quando questionados a respeito, os  seres explicaram  que isso era necessário para a sua  sobrevivência,  e declararam  que sua estrutura genética havia se deteriorado,  que tinham  se  tornado incapazes de se reproduzir.  Afirmaram  ainda que, se fossem incapazes de reestabelecer sua estrutura genética, logo sua raça cessaria de existir.

    Como  antes,  e devido à traição que recebemos,  vimos  essas explicações  com extrema suspeita. Mas, uma vez que nossas  armas eram ineficientes e inúteis contra tais criaturas e suas naves, o MJ-12  preferiu continuar com suas relações diplomáticas a  nível amigável  com eles, até que fossemos capazes de  desenvolver  uma tecnologia  que nos permitisse desafia-los em bases de  igualdade militar.  Por causa dessa política, contatos e  propostas  teriam que  ser feitas à União Soviética e outras nações da Terra,  para que pudéssemos  juntar forças para lutar ( se  preciso  ),  pela sobrevivência   da   humanidade.   Nesse   meio   tempo,    foram desenvolvidos  projetos para pesquisa e construção de duas  armas novas, usando sistemas convencionais e tecnologia nuclear.  Estes programas   foram  chamados  de  “Projeto  Joshua”   e   “Projeto Excalibur” (termos em código): Joshua foi uma arma capturada  dos alemães  que,  naquele  tempo,  era  capaz  de  destruir   chapas compactas  de  até  4 polegadas e a uma distancia  de  2  milhas, usando a baixa freqüência e ondas de som. Acreditava-se que  essa arma seria efetiva contra as naves alienígenas.

    Já  Excalibur era uma arma carregada de mísseis que  excediam 10.000 metros de altitude e não se desviavam de seu alvo mais  do que 50 metros. Tinha a capacidade de penetrar ate 1.000 metros no solo  em terreno de turfa duratal, qual o solo do Novo México,  e levaria  uma  ogiva  de  1 megaton,  que  se  pretendia  usar  na destruição   das  bases  alienígenas  subterrâneas.  Joshua   foi desenvolvida  com sucesso, mas nunca usada. Excalibur  nunca  foi levada  avante ate alguns anos atras. Agora há um  esforço  nunca visto para desenvolve-la.

    Os  acontecimentos tidos como religiosos, como em  Fátima  no começo  do  século,  foram  pesquisados  pela  equipe  do  MJ-12. Suspeitou-se  que se tratava de uma manipulação alienígena e  uma operação  de  espionagem  foi colocada em ação  para  penetrar  e descobrir o segredo. Os EUA usaram seus informantes no  Vaticano, recrutados e educados durante a Segunda Guerra, e logo  obtiveram um  estudo  completo inclusive sobre a Profecia de  Fátima.  Essa profecia declarava que “se o homem não se afastasse do demônio  e se colocasse aos pés de Cristo, o planeta se autodestruiria, e os fatos   descritos  no  Livro  das  Revelações   realmente   iriam acontecer.”  Segundo os EUA descobriram através de  seus  agentes infiltrados e a partir dos segredos que estão sendo mantidos pelo Vaticano  que,  como no caso dos americanos, eram  escondidos  do publico  existe  uma  parte do texto que  diz  o  seguinte:  “Uma criança nasceria e uniria o mundo com um plano para a paz mundial e uma falsa religião começaria em 1992. Em 1995, o povo terrestre descobriria que a criança seria, na verdade, o filho do demônio e com isso seria considerado o anti-cristo.”

    As descobertas afirmavam mais catástrofes: “A Terceira guerra mundial  começaria  no Oriente Médio, em 1995, com a  invasão  de Israel pelas Nações Árabes Unidas, usando armas convencionais que culminariam  em  1999, com um holocausto nuclear.  Entre  1999  e 2003,  a maioria da vida nesse planeta sofreria horrivelmente  e, como conseqüência, morreria. A volta de Cristo ocorreria em 2011.

    Quando os alienígenas ainda sendo tratados como amigos, foram questionados sobre estas descobertas, confirmaram sua  veracidade e declararam ainda, que foram eles que haviam nos criado por meio de hibridização genética e afirmaram que haviam manipulado a raça humana  através  da  religião, satânismo,  feitiçaria,  mágica  e ocultismo.  Para completar a quantidade massiva de  revelações  e choques, explicaram ainda aos seus interlocutores  governamentais que  são  capazes de viajar no tempo e que os  fatos  estavam  de acordo com o que viria acontecer. Mais tarde, com a exploração da tecnologia alienígena pelos Norte Americanos e Russos,  usando-se viagem no tempo, confirmou-se a profecia e outras informações.

    Num  encontro  nos dias seguintes, os seres  mostraram,  numa espécie  de  holograma,  uma  cena  que  afirmaram  ser  a real crucificação  de Cristo. Isso teria sido filmado pelo governo.  A situação  ficou terrivelmente complicada para o nosso lado.  Como poderíamos saber se estavam falando a verdade?

    Muitas  foram  as duvidas surgidas,  principalmente  a  nível subjetivo.   Essas  criaturas,  segundo  seus  atos   anteriores, poderiam estar usando nossa própria religião verdadeira para  nos manipular?   Ou  foram  eles,  realmente,  a  origem  de   nossas religiões,  com as quais tem nos manipulado todo  o  tempo?  Ou, ainda, seria isso o começo do genuíno e esperado fim dos tempos e o retorno de Cristo, que foi predito pela Bíblia? Ninguém sabe  a resposta.

    Em  1957  num  congresso que  reuniu  os  maiores  cientistas mundiais  da  época,  chegou-se à conclusão de  que  a  Terra  se autodestruiria por volta do ano 2000, devido a sua superpopulação, e isso ocorreria sem a ajuda de Deus ou de seres extraterrestres. Através  de ordens secretas, o presidente Eisenhower ordenou  que os  “Jasons  Scholars”  estudassem  esse  argumento  e   fizessem recomendações a respeito. Em seu estudo, não só confirmaram o que os  cientistas  disseram,  como  criaram  o  conjunto  de  planos chamados de “Alternativas 1, 2 e 3.” A Alternativa 1 consistia no uso  de  um  dispositivo  nuclear  capaz  de  fazer  um  furo   na estratosfera,  através  do  qual  o  aquecimento  e  a   poluição escapariam  para o espaço, fazendo mudar as culturas  humanas  de seu  caráter explorativo em culturas de proteção  ambiental.  Das três alternativas, essa foi considerada a menos desejada,  devido à inerente natureza do homem e ao dano que as explosões nucleares causariam.

    A  Alternativa  2 consistia em construir uma  vasta  rede  de cidades   subterrâneas   ligadas  por  túneis,  nas   quais   uma representação   selecionada  de  cada  cultura  da  Terra   seria escolhida  para sobreviver e continuar a raça humana. O resto  da humanidade seria deixada na superfície do planeta.

    Já  a  Alternativa  3  era a mais  espetacular  de  todas,  e significava  explorar  a  tecnologia  dos  seres  extraterrestres “hospedes” dos Estados Unidos e, também com o uso de  tecnologia convencional, selecionar um grupo de pessoas para deixar a  Terra e estabelecer colônias no espaço exterior. Não posso  confirmar, mas  com certeza não vou negar que tenham ocorrido  despachos  de grupos de escravos humanos ao espaço exterior, para serem  usados no trabalho manual de construção de bases e estações. Para se ter uma idéia, a Lua chegou a receber o nome em código de “Adam” para este  projeto, e seria de interesse primário para  sua  execução, seguido  de Marte, cujo nome em código seria “Eve”.  De  qualquer maneira,  como  seriam ações demoradas, todas as  3  alternativas incluíam  controle  de natalidade, esterilizando  mulheres,  e  a introdução de bactérias mortas (guerra biológica) para  controlar ou tornar mais lento o crescimento populacional da Terra. A AIDS, segundo  o que pude conhecer destes planos e seus  executores, é apenas um dos resultados destes projetos. Há outros. Foi decidido pelos  arquitetos  biológicos  governamentais,  que  a  população deveria  ser reduzida e controlada, e isso visava livrar-nos  dos elementos indesejáveis de nossa sociedade. Para se ter uma  idéia da seriedade das propostas, as lideranças americanas e soviéticas conjuntamente, recusaram a Alternativa 1, mas ordenaram  começar imediatamente as Alternativas 2 e 3, ao mesmo tempo.

    As potências da época decidiram que uma forma eficiente de se conseguir fundos para o projeto relacionado aos seres alienígenas e suas  bases eram outros programas obscuros,  como  o  comercio ilegal  de  drogas. Um ambicioso membro do Conselho  de  Relações Exteriores, o então iniciante George Busch (atual presidente  dos EUA), foi convocado para desempenhar funções neste novo programa. Como  trabalhava  na  empresa  de  petróleo  Zapata,  que  estava testando  uma  nova  tecnologia  para  perfurar  poços  à   pouca distância  da  praia,  Busch foi escolhido.  Planejou-se  que  as drogas  seriam  despachadas  da América do  Sul  até  plataformas iguais às  da  Zapata em barcos de pesca,  quando  seriam  então levadas  ao  continente através dos meios de  transporte  normais usados para carregar suprimentos e pessoal à  plataforma.  Busch concordou  em ajudar e a organizar a operação em conjunto  com  a CIA.  O plano funcionou melhor do que se supunha, chegando a  ser expandido  pelo mundo todo. Hoje, há muitos outros métodos de  se trazer drogas  ilegais  para  dentro do  país.  Se  isso  parece fantasia,  devemos sempre ter em mente que foi George Busch  quem começou  a vender  drogas  para nossas  crianças.  A  CIA  agora controla todo o mercado mundial de drogas ilegais.

    O programa   espacial  oficial  dos  Estados   Unidos   foi impulsionado  pelo Presidente Kennedy, quando ordenou que  o  país pusesse um homem na Lua antes do fim da década. Mas este foi só o programa  oficial. Um programa similar na União Soviética  serviu para o mesmo propósito. Na realidade, uma junta formada por  ETs, EUA e uma delegação soviética, construíram uma base na Lua, antes mesmo que Kennedy desse sua famosa ordem. Alem disso, muito antes dos  êxitos espaciais dos EUA, em 22 de maio de 1962,  uma  sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um  ambiente que suportaria vida humana. Não muito tempo depois, foi  iniciada a construção  de  uma colônia no planeta  Marte.  Hoje,  existem cidades  naquele  planeta, habitadas  especialmente  por  pessoas selecionadas  de diferentes culturas da Terra. Para  se  camuflar toda  a atividade espacial secreta, de ambos os lados da  Cortina de Ferro, chegou a ser criada uma idéia de intensa  concorrência entre  Russos e Americanos, que foi mantida por todas esses  anos em nome da defesa nacional de cada um dos países. Na  realidade, ambos são grandes aliados.

    Mas nem todo o segredo pode ser mantido para sempre. Em algum ponto  de toda essa movimentação que se tentava ocultar  tudo da liderança  política  dos EUA, Kennedy descobriu alguns  fatos  em relação  às drogas e aos alienígenas. Confirmando-os  através  de seus  meios  políticos,  deu  um  ultimato  ao  MJ-12,  em  1963, ameaçando  seus integrantes se eles não esclarecessem o  problema das drogas, ele mesmo o faria. Também informou ao MJ-12 sobre sua intenção  de revelar ao publico americano e mundial,  a  presença dos  seres extraterrestres na Terra. No ano seguinte,  ordenou  o desenvolvimento  de um plano para complementar sua decisão.  Como Kennedy  não  era  membro do seletíssimo e  obscuro  Conselho  de Relações Exteriores, nada sabia sobre programas “Alternativas 1, 2 e 3.” Internacionalmente, as operações eram supervisionadas por  um comitê executivo conhecido como Comitê Diplomático. Nos EUA, tais operações  eram  supervisionadas pelo próprio MJ-12 e,  na  União Soviética,  por uma organização similar. A decisão de Kennedy  em revelar o segredo, amedrontou os membros da chefia de cada um dos projetos  em  andamento.  Assim, foi  ordenado  seu  assassinato, decidido  pelo próprio Comitê Diplomático. A ordem  foi  cumprida por agentes do MJ-12 em Dallas, no Texas, como é sabido.

    O presidente John F.Kennedy foi morto pelo agente que dirigia seu carro no desfile, e o ato, o momento do crime está plenamente claro  no  filme (acompanhe as atitudes do motorista, não  as  de Kennedy, quando assistir novamente o filme). Todas as testemunhas que  estavam  bem perto do carro e viram o agente  Willian  Greer atirar  em  Kennedy,  foram  assassinadas  até  2  anos  após   o acontecido.   A  Comissão  Warren,  criada  para  investigar   as circunstancias  do  assassinato  de Kennedy,  foi  uma  farsa. Os membros  do Conselho de Relações Exteriores montou a maior  parte de  seu  quadro participante, que conseguiu iludir o  povo  norte americano. Muitos outros patriotas que tentaram revelar o segredo sobre  os alienígenas também foram assassinados, no  decorrer  de dois anos.

    Durante  o  inicio da exploração  espacial  norte  americana, todas  as  atividades  realizadas  pelos  astronautas,  desde   a alunissagem   à  cada  lançamento  de  um  novo   foguete,   eram acompanhadas  por naves alienígenas. A base lunar secreta  “Luna” foi  avistada  e filmada pelos astronautas da Missão  Apolo.  Nas fotos  feitas  aparecem  cúpulas,  cones,  altas  estruturas   em círculos  que parecem perfeitos silos, imensas naves em foram  de “T”,  usadas  na  mineração  lunar  e  que  deixavam  rastros  na superfície  do satélite, e pequenas naves  extraterrestres.  Essa era  uma  base conjunta das delegações norte-americana,  russa  e alienígena. O programa espacial em sua totalidade é uma farsa, um inacreditável   esbanjamento  de  dinheiro,  e  a   maioria   dos astronautas  da  NASA  ficaram  severamente  abalados  por   suas experiências no espaço. Suas vidas e subsequentes estados mentais (quase   todos   ficaram  insanos,  ou  místicos),   refletem   a profundidade e a importância da revelação de tamanho segredo e  o efeito da ordem de se manter silencio a todo custo.

    Para tais astronautas, ou continuavam em silencio sobre o que conheceram  no espaço e na Lua, ou então sofreriam  a  penalidade extrema  imposta  pelo governo. A morte  não  estava  descartada. Mesmo assim, um astronauta furou o bloqueio e falou a um produtor de  TV  britânico sobre a Alternativa 3, confirmando  muitas  das alegações  como  verdadeiras  (no  livro  “Alternativa  003”,   o pseudônimo  “Bob  Grodin”  foi  usado  no  lugar  do  nome  deste astronauta.  Questionado a respeito de seu paradeiro,  o  governo dos EUA declarou que ele havia cometido suicídio, em 1978.

    Desde  que  nossa  interação  com  os  seres  extraterrestres começou,  temos adquirido uma quantidade de tecnologia  que está muito  alem  de nossos mais fantásticos sonhos. Há  uma  nave  ET chamada  “Aurora”,  baseada  na área 51,  por  exemplo,  que  faz viagens  regulares  ao espaço. É uma nave de  um  único  estagio, denominado  “T AV” (Transatmospheric vehicle, ou  veiculo  trans-atmosferico), que pode decolar para orbitas elevadas, a partir do solo, e retornar com sua própria força impulsiva, necessitando de apenas 7 milhas. Temos, também, uma nave alienígena  impulsionada por  energia  atômica na área S-4, no estado  de  Nevada.  Nossos pilotos  têm feito vôos interplanetários nestas naves;  estiveram na  Lua, em Marte e também noutros planetas. Alias, sobre a  Lua, os governos que já colocaram maquinas e homens em sua  superfície tem  mentido descaradamente sobre sua verdadeira natureza  (assim como  sobre Marte e Vênus) e tem mentido sobre o real  estado  de nossa atual tecnologia.

    Existem  áreas na Lua onde plantas crescem e até mesmo  mudam de  cor  conforme as estações do ano lunar.  Esse  efeito  ocorre porque  a  Lua,  ao contrario do que declaram  os  governos,  não apresenta  sempre o mesmo lado voltado à Terra e ao sol.  Há  uma área  que oscila dentro e fora do lado escuro da Lua ao fluxo  de suas  estações, na qual a vida vegetal cresce. A Lua  tem  alguns lagos e represas feitos pelo homem e, em sua superfície,  nuvens foram  observadas e filmadas. Alem disso, a Lua possui  um  campo gravitacional  suficiente para permitir ao homem  caminhar  sobre sua superfície, sem roupas pressurizadas como as dos astronautas.

    Eu vi fotos dessas paisagens e algumas delas foram publicadas  no livro  “Nós  descobrimos  bases  alienígenas  na  Lua”,  de  Fred Stecking.

    Em  1969 irrompeu um confronto entre cientistas terrestres  e os  alienígenas baseados no laboratório subterrâneo de Dulce,  no Novo México.  Os  seres  chegaram  a  render  muitos  de  nossos cientistas, mas as equipes Delta foram enviadas para libertar  os reféns. Entretanto, não havia meio de competir contra  as  armas alienígenas; mesmo com a ação especializada dos “deltas”, 66  dos nossos homens  morreram  durante  a  ação.  Como  resultado   do confronto,  retiramo-nos de todos os projetos conjuntos  com  ETs por pelo menos dois anos, até 1971. A reconciliação aconteceu bem mais tarde e, mais uma vez começamos a trabalhar juntos. Hoje,  a aliança continua.

    Quando houve o escândalo Watergate, o presidente Nixon chegou a  acreditar  que poderia sobreviver a situação e  não  receberia  o “impeachment”, pois concluiu que um inquérito deste tipo  abriria os arquivos do governo e exporia o segredo dos ETs ao publico,  o que não era do interesse do MJ-12. Assim o grupo ordenou a  Nixon que  se  demitisse. Ele se recusou e, com isso houve  o  primeiro “golpe militar” dos Estados Unidos, a junta de Chefes do  “Staft” enviou  uma  mensagem ultra secreta aos comandantes de  todas  as forças militares norte-americanas em todo o mundo, com o seguinte conteúdo  especifico “Após o recebimento desta  mensagem,  nenhum oficial  dos Estados Unidos da América poderia executar  qualquer ordem proveniente da Casa Branca”.

    Essa  mensagem foi enviada durante 5 dias seguidos,  até  que Nixon cedesse e anunciasse publicamente sua renuncia como oficial dos EUA, eu vi pessoalmente essa mensagem e, quando perguntei  ao meu  comandante o que ele faria a respeito, já que  obviamente  a ordem  violava a Constituição norte-americana, ele me  respondeu: “Aguardarei  para  ver se chegará alguma ordem da Casa  Branca  e, então  decidirei”. Não vi nenhuma comunicação da Casa Branca  ser recebida,  mas  isso não significa que não  tenha  havido  nenhuma ordem.

    Durante todos os anos em que esta situação tem acontecido,  o Congresso   e   o   povo  dos  Estados   Unidos   parecem   saber instintivamente  que  algo  esta errado. Quando  o  escândalo  de Watergate   emergiu,  o  povo  pressionou  as   instituições   de segurança, defesa e inteligência (espionagem) e achou que,  desta vez elas seriam “Limpas”. O presidente Ford chegou a organizar  a famosa  “Comissão  Rockfeller”  para fazer  este  trabalho.  Pelo menos, foi o que se pensou... Seu propósito real, no entanto, era fazer  o  Congresso recuar e manter intacto o  acobertamento  dos fatos,  tal como sempre havia sido feito, com Nixon ou Ford,  com Watergate  ou  sem Watergate. Para se ter uma idéia,  foi  Nelson Rockfeller  quem  encabeçou a comissão de  investigação  sobre  a comunidade de informação, pois era membro do Conselho de Relações Exteriores. Oras, como poderia esclarecer os fatos ao publico  se foi  ele  próprio  uma das  principais  lideranças  que  ajudaram Eisenhower  a  construir  a  poderosa  estrutura  do  MJ-12?..Ele promoveu a divulgação de apenas uns poucos fatos secundários, sem importância, e jogou alguns ossos para aquietar o Congresso. Tudo o  que era realmente segredo continuou assim, como o é até  hoje.

    Alias,  muitas outras tentativas posteriores de se desmascarar  o governo  foram  tentadas, como no caso Iran-Contras, no  caso  do contrabando  de drogas para financiar guerrilhas e noutros  casos mais monstruosos, mas nada abalou sua estrutura e o acobertamento continua. Em algumas circunstancias, as evidencias eram  tamanhas que  me  questionava se o Congresso dos EUA sabia  das  coisas  e tinha medo de agir, ou se seus integrantes estavam escalados para irem para Marte se a Terra se destruir.

    Um plano maquiavélico chegou a ser formulado pelo MJ-12 com a finalidade  de colocar fora de ação qualquer pessoa  externa  aos seus  círculos e que se aproximasse demais da verdade. Há  muitas diferenças  entre  as  linhas operacionais de  cada  setor,  e  o Majestic  12  passou a ser o plano fundamental. Hoje  sei  que  o mesmo  tem  sua  atenção  voltada para a  América  do  Sul,  mais especificamente  sobre o continente brasileiro, motivo o  qual  é mantido  sob  a mais estrita confidencia, visto ter  sido  pedido pelo nosso “hospede, Sua Majestade Krril”.

 

    Alias,  os primeiros rumores sobre o Majestic 12, ou sobre  a sigla  MJ-12,  que é bem mais antiga,  foram  apresentados  pelos pesquisadores   William  B.Moore,  Jaimie  Shandera   e   Stanton T.Friedman, todos considerados “experts” em Ufologia Política nos EUA. Segundo tais ufólogos, o pretensamente genuíno documento que determinava  a  criação  do  Majestic  12  é  um  “documento   de Informação”  ao  então  presidente Eisenhower.  O  documento,  no entanto,  é uma fraude. O numero a ordem =09447, que  aparece no documento,  não existe e não existirá por longo tempo,  no  atual estagio do governo.

    Truman escreveu ordens executivas que tinham base na casa  de 9.000; Eisenhower, na casa dos 10.000; Ford, na casa de 11.000; e Reagan  foi  só ate 12.000. As ordens  executivas  são  numeradas consecutivamente,  não importando quem ocupe a Casa Branca ou se são  confidenciais,  secretas ou ultra-secretas. Isso se  dá  por razões  de continuidade, conservação de arquivo e  para  prevenir confusões.  Assim,  o numero =092447 não pode existir e  a  ordem executiva é apenas umas das muitas falhas fatais contidas  dentro daquele  documento.  Mas ao que parece, o trio  de  pesquisadores preferiram desconhecer este fato e agiram de ma fé, foram  usados pela  maquina  de desinformação do MJ-12.  Explicação:  como  são respeitadíssimos nos EUA e em todo o mundo, e como haviam outros pesquisadores  investigando fatos muito próximos da  verdade,  os agentes do MJ-12 fizeram  com que o trio “plantasse”  informações que  eles mesmos divulgaram como exclusivas. Se, a principio,  se mostravam como fantásticas revelações, logo se descobriria  serem fraudes.   O  próprio  “Fundo  para  Pesquisas  de   UFOs”,   uma organização  séria  dos EUA, doou 16.000  dólares  para  Friedman pesquisar tais fatos, o que também levou ao gasto de muitas horas de  trabalho  na  procura de informações no  caminho  errado.  Se alguém duvida da habilidade dos governos secretos para despistes, é bom pensar melhor.

    Outro plano secreto, que está em vigor até hoje, trabalha com o conjunto da Sociedade, preparando a população para uma eventual confrontação  com raças alienígenas. Estamos  sendo  bombardeados com filmes, emissões de rádios, publicidade e documentários de TV descrevendo  cada  aspecto  da verdadeira  natureza  da  presença alienígena. Isso inclui passar à população uma idéia do bom e  do mau  em  toda  a questão  extraterrestre.  Os  alienígenas  estão planejando tornar sua presença na Terra conhecida, e os  governos preparam a população para que não haja pânico. O trabalho do  MJ-12 envolve uma quantidade de pessoas e organizações, todas usadas para  se  atingir  um  objetivo básico:  esconder  a  verdade  do publico.  Assim,  alguns  nomes  da  Ufologia  norte-americana  e mundial,  hoje  respeitadíssimos,  são  na  verdade,  porta-vozes implantados  pelo governo secreto. Por exemplo: Phil Klass,  nome expoente  em questões ufológicas, não como pesquisador, mas  como céptico ou desmistificador, é um agente da CIA e figurou em todos os documentos que vi entre 1970 e 1973. Um de seus serviços, como especialista em aviação, era fornecer explicações para  fenômenos ufológicos, e é claro, explicações convenientes, contra os  UFOs!

    Todos os comandantes militares dos EUA foram instruídos para usar sua  vasta  experiência  no  momento  de  explicar  contatos   ou observações de UFOs ao publico e a imprensa.

    William  Moore, Jaimie Shandera e Stanton  Friedman,  grandes nomes  da  Ufologia  norte-americana,  respeitadíssimos  por  seu trabalho de pesquisa, são agentes secretos do governo, em vez  de voluntários à procura de provas (consciente ou inconscientemente). Gostaria   de   pensar   que   Friedman   estivesse   trabalhando inconscientemente para o governo, como que sendo usado pelo MJ-12 apesar de servir-se de uma identidade do Serviço de  Investigação dos EUA. Alem disso, Friedman contou-me, pessoalmente e a  muitos outros  colegas que, anos atrás, havia ajudado a  desenvolver  um reator  nuclear para equipar uma aeronave do tamanho de uma  bola de  basquete, impulsionado a hidrogênio e que funcionava como  um sonho, segundo suas próprias palavras. Como é fácil de se ver,  o único  fluido  que  poderia  entrar em  tal  engenho  e  produzir hidrogênio como um subproduto é a água e é isso, precisamente, o modelo de funcionamento das naves alienígenas: energia nuclear  e água.  Nos  documentos que vi, entre 1970 e 1973,  haviam  vários nomes  de pessoas que estavam para ser recrutadas  pelo  Majestic 12.  Eram todas pessoas conhecidas e respeitadas pela  sociedade. Entre  elas estava relacionado o nome do físico Buck  Maccabbe  e de Friedman Moore. Porem não sei com exatidão se tais recrutamentos aconteceram ou não. Os últimos acontecimentos não parecem indicar que Maccabbee esteja envolvido, mas as atitudes de Friedman e  Moore são altamente suspeitas.

    Alem  disso,  todas as maiores organizações de  pesquisas  de UFOs  são  alvo de infiltrações e estão sujeitas ao  controle  do governo  secreto,  assim  como  o NICAP -  uma  das  mais  serias entidades  do  gênero - foi infiltrada e controlada.  E  é  muito possível  que  as  maiores publicações sobre  UFOs  também  sejam controladas.  O  MJ-12 continua em atividade até  hoje  e  deverá existir  ainda por muito tempo. Enquanto isso, pessoas  inocentes continuam   a  sofrer  horrores  indescritíveis  nas   mãos   dos alienígenas  e dos cientistas humanos, engajados em pesquisa  tão bárbara que fazem com que os nazistas pareçam crianças de  escola dominical. Como se não fosse o bastante, muitas pessoas  terminam verdadeiramente  como  alimento  para  tais  alienígenas  e   seu insaciável  apetite por enzimas biológicas, glândulas,  secreções hormonais e sangue. Muitas pessoas são raptadas e sentenciadas  a viver  o resto de suas vidas com temores físicos e  psicológicos. Nos  documentos  secretos que vi, de cada 40  humanos  terrestres tinha  sido implantado com dispositivos  eletrónicos  minúsculos, principalmente no cérebro. O propósito disso jamais descobri, mas soube também através de documentos, que o governo acredita que os extraterrestres estão montando um exercito de humanos implantados que podem ser ativados e lançados contra nós, a qualquer tempo.

Após   a  exposição  de  todas  estas   informações   algumas conclusões são inevitáveis:

    A  estimativa  do governo secreto acredita que por  causa  de nossa própria ignorância ou por dogma divino, o planeta Terra  se auto destruirá dentro de algum tempo. Os homens que integram esta estrutura acreditam sinceramente que estão fazendo a coisa  certa em sua  tentativa de salvar a raça humana, mas  é  terrivelmente irônico  que tenham sido forçados a ter como parceiros, uma  raça alienígena  que,  identicamente  está  engajada  num   monumental esforço para sobreviver. Muitos compromissos legais e morais  tem sido feitos nesse esforço conjunto. Alguns foram calcados no erro e devem ser corrigidos, e seus responsáveis penalizados.

    Estamos sendo manipulados por uma força conjunta de humanos e alienígenas, cuja estrutura de comando resultará numa  escravidão parcial  da  raça  humana.  Devemos usar  todo  e  qualquer  meio disponível para impedir que isso aconteça. O governo, no entanto, parece  estar impotente para impor sua força a estes seres.  Algo muito  alem de nossa imaginação está acontecendo, e vai  alem  de nossa  capacidade  de compreensão. Devemos arrancar a  verdade  e obrigar  a  divulgação de todos os fatos. É preciso  descobrir  a verdade  a qualquer custo, pois, como habitantes  deste  planeta, nós certamente merecemos.

    Procurei, apresentando estas informações, mostrar a  verdade como  eu  a  conheci a partir  de  inúmeros  documentos  oficiais ultra-secretos  a que tive acesso. Estou cumprindo meu  dever  de cidadão  e de cristão, porque acredito na Constituição  dos  EUA, escrita e destinada para funcionar como um farol da democracia no mundo civilizado. Prestei meu juramento como oficial dos  Estados Unidos  da América, comprometendo-me a proteger e  defender  essa Constituição contra todos os inimigos estrangeiros e internos  de meu país. E pretendo cumpri-lo. Obrigado

 

Milton Willian Cooper

  SITE DA COMUNIDADE DO VIAMÃO

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